Guia BeleZza Pura



Para quem vai a Nova York



Nova York é única. A cidade oferece tantas opções que é possível encontrar guias turísticos específicos para cada uma delas. A Nova York do luxo, da gastronomia, dos passeios de um dia, dos amantes... Aqui, o Chic sugere um miniguia também. Ecléticas e cheias de bom gosto, nossas dicas vão de onde comprar as sapatilhas mais hypadas até o melhor lugar para fazer as unhas na cidade. Aproveite!

. Nas vitrines, muita cor. Em fevereiro as coleções de inverno já estão bem longe das araras (lá naquelas de liquidação, nos cantos das lojas), apesar do frio que faz. E essa primavera promete se mais colorida e florida do que o usual. As flores são culpa da Prada, que abusou da estampa em seus vestidos de saia rodada. E a prova de que cor está em voga pode ser tirada pela linda vitrine da loja de departamento Bergdorf Goodman. Muitos post-its coloridos foram usados para formar figuras como a Monalisa, em versão enorme.

. Falando em lojas de departamentos, não dá para não visitar a pequena e notável Takashimaya. Bem mais desconhecida do que suas primas Barneys e etc, a loja é finíssima e tem uma divisão de andares muito peculiar. O andar Jet Set, por exemplo, mistura tudo relacionado à viagem, de roupas confortáveis com estilo a malas, passando por guias, atlas e gadgets indispensáveis. Já no andar Growing Things (coisas que crescem) fica floricultura e... a seção infantil.

. As clássicas e francesas sapatilhas Repetto, feitas para bailarinas mesmo, completaram 60 anos e para comemorar a marca convidou 60 artistas e celebridades para desenhar modelos especiais. Brigitte Bardot, Catherine Deneuve e Jean Paul Gaultier estão entre eles. A Bergdorf Goodman dedicou várias vitrines para a Repetto e, claro, vende os modelos com preços a partir de U$ 190. Do sapato para os óculos: uma das lojas mais bacanas para comprar armações e modelos de lentes escuras é a Oliver Peoples, na Madison. Despretensiosa e com ótimos modelos.


. Restaurante é o que não falta e cada um tem seu queridinho. Três boas opções para experimentar – ou ir de novo: o Pop Burger segue o esquema fast-food, você entra, escolhe, paga e leva a comida na bandeja para a mesa. Só que o lugar é superarrumadinho e cool, fica do lado da incrível loja da Apple na 5ª Avendida e tem uma batata frita muito boa. E a top Irina Lazareanu é uma das freqüentadoras. Quando no Soho, vá ao Mercer Kitchen, restaurante do Mercer Hotel. Comida boa, lugar muito agradável e pessoas bacanas. Mas se você não abre mão de boa comida francesa unida à possibilidade de ver famosos, o bistrô Balthazar continua sendo parada obrigatória.


. No roteiro de beleza, não deixe de entrar em uma loja da Kiehl’s e claro, na Sephora. Para saber mais sobre como comprar cosméticos em Nova York, clique aqui. Mas se você estiver afim de um programa diferente, vá fazer as unhas em algum spa bacana e especializado como o Jin Soon. Ele tem uma unidade no Village que é uma graça, pequeno e diferente do que estamos acostumados a ver no Brasil, desde as instalações até o tratamento – eles têm um cardápio com várias opções, um melhor do que o outro. O mais simples, pé + mão, sai por U$ 50. Outro spa bacana é o Rescue Beauty Lounge, da top manicure Ji Baek. Em tempo: nos EUA é proibido tirar a cutícula e muitas brasileiras estranham.

. O que anda reinando no guarda-roupas das novaiorquinas antenadas? A silhueta da roupa curta e justa + perna fina, de preferência com meia opaca + sapato pesadão. E muita cintura alta e muita pele, sim senhor. O cinza segue firme como cor do inverno, ao lado do eterno preto. No quesito bolsas, chamou a atenção a quantidade de meninas usando Chanel na festa da indie Chloé Sevigny para Opening Ceremony. Mas atenção, era Chanel com jeito de vintage, nada da última maxibolsa lançada.

. Falando na festa de Chloé, a trilha sonora surpreendeu: reggae e suas vertentes animaram o povo que dançou até não poder mais, seguido de show da banda de meninas The Slits. Será o reggae o novo rock?



Fonte: Victoria Ceridono/ Chic.ig

link: http://chic.ig.com.br/materias/478001-478500/478049/478049_1.html

Gloria Coelho investe em mercado externo

Beleza e Moda

Gloria Coelho foi a primeira estilista estrangeira convidada a desfilar na Pasarela Cibeles, a semana de moda de Madri que começou no dia 11.02 e termina hoje na capital espanhola. E olha que o evnto já está na 47ª edição! “Estou muito honrada”, disse Gloria à reportagem do Chic.

Aproveitando a oportunidade, a estilista também participa da Semana Internacional de Moda de Madri (SIMM), durante o fim de semana, onde pretende fechar negócios com lojistas da Europa. “Ainda temos uma presença pequena na Espanha, mas queremos crescer no mercado europeu, por isso estou aqui”, explicou ela, que já tem alguns clientes fixos na Espanha, em Londres e no Japão.

Com a experiência de 33 anos no mercado brasileiro, a estilista comemora o sucesso de vendas no Japão. “Começamos pequenos, vendendo apenas 30 peças. Hoje, vendemos 1.200 a cada estaçao”. Para ela, a dificuldade é a falta de marketing nas mídias especializadas. “Se estivéssemos presentes nas principais revistas de moda do mundo, seríamos mais conhecidos e venderíamos muito mais, porque temos qualidade e design e nosso preço é competitivo”, afirmou.

Gloria Coelho foi a última a desfilar no terceiro dia da Pasarela Cibeles. Ela mostrou a mesma coleção de inverno do mais recente SPFW, inspirada na fotógrafa Diane Arbus. Os materiais utilizados – cabelo sintético, tafetá amassado e feltro italiano – deram um brilho especial à semana de moda de Madri, mais acostumada com peças comerciais, sem grandes ousadias. Marcado para às 21h15, o desfile não teve lotação total, como acontece por aqui, mas o público presente a aplaudiu com força.

Repercussão


O desfile chamou a atenção da mídia especializada espanhola. Jordi Miguell, do jornal El País, o principal da Espanha, não economizou elogios. "O desfile foi genial pela proposta e por sua atitude. Com estilistas assim, é normal que o Brasil seja uma das potências da moda no mundo. Fiquem de olho!", aconselhou.

O crítico de moda do jornal El Mundo, S. Saez, definiu a coleção como "surpreendente e com toques de genialidade", descrevendo Gloria como uma das representantes da vanguarda brasileira na moda.

Fonte: Chic News

Entrevista

Luis Fiod, da Mint, fala sobre construção de marca



Criar roupas é uma coisa. Criar uma marca é outra bem diferente. Quem garante são os sócios da Mint, agência especializada em posicionar/reformular marcas no mercado de moda. A imagem, o produto oferecido por Luis Fiod, Vanda Jacintho e Zeca Ziembik, é virtual. Mas o resultado do trabalho é bem real: pode ir desde a concepção de uma coleção, uma campanha ou um desfile, até o formato e as cores da sacola de compras da loja.

A lista de clientes é grande: Priscilla Darolt, Forum Lingerie, Thelure, Raia de Goeye, Karlla Girotto, Zion, MOB, Saad, Totem e Juliana Jabour usam ou já usaram os serviços da trupe, cujo último feito é a campanha de inverno 2008 da Alcaçuz, que você vê aqui com exclusividade.

Nela, a top gaúcha Jeisa Chiminazzo foi clicada por Henrique Gendre no Parque do Ibirapuera, em São Paulo. Detalhe: o fundo são painéis gigantes de fotos que o próprio Henrique fez na Islândia. Quer saber mais sobre como funciona esse trabalho cada vez mais comum (e necessário) no Brasil? Leia a entrevista a seguir, com Luis Fiod.


O que é reformular uma marca?
É observar o seu DNA e extrair o que a marca tem de melhor pra dar ao seu consumidor – e não fazer algo totalmente diferente do que já vinha sendo feito. É estabelecer uma comunicação com a imagem que se quer transpor.

O que as marcas pedem quando procuram vocês?
Varia de caso para caso. Há marcas que têm sucesso comercial, mas não possuem uma imagem muito forte. Há outras que tiveram um passado glorioso, mas que perderam um pouco do prestígio e querem recuperá-lo. E há também o caso de quem tem muito talento, mas não sabe transformá-lo em marca. Esse foi o caso da Raia de Goeye.

Como funciona o trabalho na prática?
No caso da Alcaçuz, fazemos todo o trabalho de comunicação. Acompanhamos o andamento da coleção, dando opiniões que vão desde a cartela de cores até o comprimento de um vestido. Depois pesquisamos locação, modelo, beleza. O esqueleto do trabalho é sempre o mesmo para todas as marcas, o que muda é o conceito: a mulher da Alcaçuz é completamente diferente da mulher da Animale, por exemplo. Elas são diferentes no corpo, na personalidade, elas não namorariam o mesmo tipo de homem, não carregam as mesmas coisas na bolsa.

Quais dificuldades vocês já enfrentaram no processo de criação?
O trabalho de criação é ilimitado. A maior dificuldade é justamente passar por todo esse processo. Você já tem uma idéia na cabeça de como será todo o trabalho mas, até o final, aparecem muitos problemas. É que são muitas pessoas envolvidas, e por um longo período.

Como vocês conferem se o trabalho deu certo?
O termômetro são as pessoas envolvidas no processo. Se todos estiverem satisfeitos, o trabalho foi bem feito. Um outro momento seria o resultado que vem das ruas. Desde os jornalistas que avaliam a moda até o consumidor final. A marca também percebe a evolução, porque de repente o atacado vai melhor ou alguém recebe um e-mail elogioso.

Um dos cases de maior sucesso de vocês é a grife carioca Animale, certo?
Tenho o maior amor pela Animale. A marca tem profissionais excelentes e recebe tudo muito bem. Não há barreiras, porque sempre colocamos a marca em primeiro plano. Desde o início, achávamos que ela precisava de sofisticação, porque a mulher da grife quer ser sensual, mas ela também quer ser sofisticada, ter uma roupa com um bom acabamento.


Fonte: Chic News

SOL- ESPONHA-SE COM MODERAÇÃO


Piscina é ótimo programa e o bronzeado, sem dúvida, dá um ar mais saudável e sensual. Mas quem não tem bom senso sente as conseqüência na própria pele, ardência, descamação, ressecamento e queimaduras são o mínimo que pode acontecer aos que exageram no tempo de exposição aos raios solares ou dispensam a proteção de um filtro, os excessos podem custar ainda mais caro: além de manchas senis, o temido câncer de pele e a conseqüente renúncia definitiva ao sol

De longe, uma pele bronzeada parece bonita e saudável. Mas de perto o que se vê são sardas, manchas, linhas, rugas, vermelhões, pontos ásperos e ressecados. O sol envelhece. A prova dos noves é simples: examine a pele da parte do busto que fica coberta pelo sutiã do biquíni e compare com a parte exposta do seio. E não estamos falando do efeito mais deletério do sol, o câncer de pele.

Quem inventou o bronzeado estético foi a estilista francesa Coco Chanel. Nos anos 20 ela criou a moda da pele queimada. Até então, o bronzeado era visto como coisa de gente da roça, que trabalhava ao sol para ganhar a vida. Peles alvas eram o must da beleza chic. Sol, nem pensar. Mas foi só Chanel aparecer com uma corzinha que o padrão de beleza começou a mudar. O bronzeado passou a ser símbolo de status, de beleza, de saúde. E daí os exageros de fritar a pele a qualquer custo.

Mas agora o que está em jogo não é um padrão de moda e de beleza, mas a saúde. O excesso de sol mancha, enruga, resseca e pode provocar câncer de pele. Além disso, 90% das rugas são provocados pelo excesso de exposição ao sol.

A primeira e mais conhecida forma de reação e de defesa da pele é o bronzeado. A radiação ultravioleta estimula os melanócitos e estes produzem melanina, um pigmento natural. que escurece a pele para protegêla contra as agressões da luz solar. A capacidade de proteção da pele depende da quantidade de melanina que cada pessoa possa produzir naturalmente. As peles claras, com pouca melanina ficam menos protegidas que as mais escuras. Com a idade, a produção de melanina diminui, portanto a proteção solar deve aumentar.

Por que o sol envelhece? Os raios solares têm efeitos cumulativos, ou seja, todo o sol que você tomou durante a vida fica guardado na memória das células e, mais dia, menos dia, as conseqüências aparecem. Os médicos chamam de capital solar o número de horas que a pele é capaz de suportar, desprotegida, sem mostrar sinais de envelhecimento. Depois de muitos estudos, o resultado ficou por volta de 3.650 horas. Se você tem 30 anos e toma uma hora de sol por dia desde os 15, sua conta está em 5.475 dias. Resumindo: seu saldo de capital solar já está negativo.

Estamos falando 5.475 dias de praia? Não necessariamente. Mesmo na rua, indo para o trabalho, as pessoas são atingidas por cinco tipos de radiação que agem de maneira diferente sobre a pele.

Isso quer dizer que o sol é sempre um inimigo em potencial? Nesses termos, sim. Mas há uma boa notícia capaz os próximos verões.

O sol, além de ser uma fonte de vida, tem efeitos muito positivos sobre nosso moral e estado de ânimo. os médicos recomendam os banhos de sol, porque a radiação solar ajuda nosso organismo a sintetizar a vitamina D, especialmente, nas crianças, e também porque ficou comprovado seu valor terapêutico em tratamentos de enfermidades cutâneas, como a psoríase. Mas o sol emite vários tipos de radiação com diferentes comprimentos de onda. Desses raios, os ultravioleta A (UVA) e B (IJVB) são os que mais afetam o ser humano.

Como os raios atuam sobre a pele

Ultravioleta A

Presente durante o dia inteiro, os raios UVA têm uma camada de onda superior a dos UVB, e não apenas atravessam a camada de ozônio, como penetram em camadas profundas da pele. Também atravessam o cristal e não perdem energia nos dias nublados. Os estudos demonstram que os UVA, além de bronzear, rompem as fibras de colágeno e elastina, provocando rugas profundas. São responsáveis pelo envelhecimento precoce e pela perda de elasticidade da pele.

Ultravioleta B

De longitude mais curta, os UVB têm grande energia e atuam muito rapidamente. Sua ação se limita à camada superficial da pele. São raios mais presentes em torno do meiodia. A eles se devem as queimaduras solares, o vermelhão e, em grande escala, os tumores malignos de pele.

Normas de proteção

A mais importante norma de segurança consiste em aprender que a proteção solar é obrigatória, e deve ser usada como um hábito diário, uma vez que a radiação UVA está presente o dia todo durante o ano inteiro.

Um lembrete útil: uma pele jovem é muito mais sensível aos danos do sol . Na maioria dos casos, 80% dos danos são recebido antes dos 20 anos, mesmo que os efeitos só se tornem visíveis mais tarde.

Fonte: Brasília Em Dia